Educação
Veja como planejar o cultivo e envolver as crianças com segurança.
Uma horta escolar não precisa de um terreno grande: alguns vasos ou uma jardineira já permitem cultivar, observar mudanças e conversar sobre natureza e alimentação.
Observe a luz solar, o acesso à água e quem cuidará das plantas nos fins de semana e nas férias. Muitas hortaliças precisam de algumas horas de sol direto.
Use recipientes próprios para cultivo, com drenagem, em uma superfície estável. Escolha substrato adequado e deixe espaço na borda para a água não transbordar.
Alface, rúcula, rabanete, cebolinha e manjericão permitem acompanhar mudanças. A escolha depende do clima, da estação, da luz e do espaço da escola.
Siga a profundidade indicada na embalagem da semente; ao transplantar mudas, mantenha a base no nível do substrato. Identifique os vasos e regue conforme a planta.
Convide as crianças a observar brotos e folhas, desenhar o que veem e comparar mudanças. A horta também permite contar sementes e conversar sobre alimentação.
Mantenha ferramentas sob controle adulto, evite que crianças levem terra ou sementes à boca e oriente a lavagem das mãos. Lave alimentos com água potável.
Famílias podem contribuir com mudas identificadas ou recipientes seguros. A escola deve selecionar e preparar as doações antes de apresentá-las às crianças.
Sem sol direto, o cultivo depende da quantidade de luz e das espécies escolhidas. Após a colheita, retire raízes e reponha composto bem curtido quando necessário.
Uma horta pedagógica funciona melhor com tarefas curtas, supervisão adulta e observação frequente. Ajuste a rega às necessidades das plantas e às pausas escolares.
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